quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Ossos do ofício (VI): Gregos e troianos

Agradar a todos é tarefa difícil, se não mesmo impossível.
Alunos que não gostam dos seus professores são uma constante em explicações.
Não que os professores sejam maus.
Isto é Matemática. Há 'sempre' alguém 'que não presta'!
Muitas vezes tenho de ser 'advogado do diabo', e mostrar que o professor de que o explicando não gosta, nem é assim tão mau.
Por vezes... menos de 10% das vezes, a "má fama" do professor tem de ser discretamente investigada.
Nem vou dizer é quantas vezes, o explicando tem de ser investigado.
"O cliente tem sempre razão"...
Ai sim? Não se fiem nisso.
Nestas lutas entre gregos e troianos prefiro não me meter. É impossível agradar a todos, mas há que ser honesto e racional.
Neste ramo, é mesmo grave quando 'o cliente' tem mesmo razão.
E infelizmente, às vezes tem! Que se faz nesses casos?
Entrar na guerra?
Fingir que nada se passa?
Cada grego é um grego.
Cada troiano é um troiano...
Cada caso é um caso.
Não se pode generalizar.
Agradar a gregos e troianos nunca foi fácil, e se calhar é melhor nem tentar.


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