terça-feira, 29 de setembro de 2015

Eleições legislativas.
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Tenho mesmo de escolher um partido?

A imagem não é da minha autoria, e também não sei quem é o autor. Se forem ao Google e procurarem "vote toilet" vão encontrar a imagem várias vezes, em todos os cantos do mundo.
Vamos lá regressar a este cantinho cheio de gente sem vergonha na cara chamado Portugal.
Quando olho para os nossos candidatos continuo a não saber em quem votar.
PS e PSD/CDS/PAF estão fora de questão. Um partido que apoie o AO90 também está fora.
Devia haver uma lista "default", para o caso da vitória da abstenção.
Porque quem se abstém não vota no partido que "ganha", nem na oposição, nem está a dizer "o que os outros escolherem por mim, está bom"
Estes partidos deviam ser penalizados por quatro décadas de más decisões.
Por décadas de compadrio, corrupção e (muita) má gestão de dinheiros públicos.
Só que os portugueses são burros e vão voltar a eleger ou PS ou PSD/CDS.
Não conseguindo se identificar com nenhum dos outros partidos, muitos não vão votar. Vão abster-se.
Contrariamente a muito idiota que anda por aí, eu acho que quem se abstém tem o direito a falar do governo sim! Quem se abstém não se identifica com qualquer programa eleitoral ou ideologia política: recusa-se a eleger o menor dos males porque chegámos a um ponto em que até o menor dos males é péssimo para Portugal.
Eu compreendo. E até sou capaz de fazer o mesmo.
A melhor forma de descrever cada um destes políticos é com uma série de palavrões.
Não os quero no poder. Honestamente, depois o que fizeram, nem os quero no meu país (vá lá... podem ficar desde que fiquem na prisão...).
Venham os refugiados. Troco cada um dos nossos políticos por um refugiado.
Precisamos de políticos, mas não destes. Precisamos de alguém que não tenha medo de defender o que é de Portugal.
De alguém que não se vergue às imposições da UE a troco de interesses pessoais. De alguém que saiba gerir e até nos livrar desta dívida insuportável sem sacrificar aqueles que já muito pouco têm.
Coligação ou PS? Se estes partidos tivessem interesse no país, retiravam as suas candidaturas. Venham outros. Dêm hipótese a quem não está interessado em jogos políticos, mas sim no país.
Votar é um direito. Agora isso de ser um dever? Não votar é um direito! "Não votar" significa "Voto numa opção que não existe".
Querem combater a abstenção? Não apelem ao voto. Mostrem que merecem o voto!
Estes senhores que nos têm governado não são democratas. São ditadores camuflados.
Eu podia dar vários exemplos bem mais sérios e graves, mas vou apenas voltar a tocar no Acordo Ortográfico.
Alguém perguntou alguma vez em campanha, se o povo Português aprova aquele acordo?
Mesmo depois de se saber que o Acordo é ilegal e anticonstitucional (uma vez que alguns países não o ratificaram...), continua a ser-nos imposto.
Isto não é uma democracia. Estamos numa ditadura camuflada onde se trocam os ditadores de vez em quando apenas para dar a ilusão de que o povo tem escolha.
Eu não quero António Costa nem Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro. Se me dizem que o próximo primeiro-ministro tem mesmo de ser um daqueles dois, a abstenção parece-me uma boa opção. E arranjar quem lhes faça oposição na AR?
Hum...  querem mesmo saber o que eu penso dos nossos deputados na AR?
Se a comissão nacional de eleições se recusa a reconhecer que a abstenção é uma opção válida, eu quero que a CNE vá para o raio que a parta.
Agora, posso ir ali ao café, porque acreditem ou não, eu estou tremendamente calmo mas meio a dormir...

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Junk mail... Junk contact


Tendo o meu contacto online, de vez em quando recebo "spam".
Mas muito pouco. Muito longe dos 2444 da figura.
Graças aos filtros de email presentes no hotmail e no gmail, nesses meus emails, a quantidade de lixo que recebo é mínima. Mínima, mas não nula.
Mas se fosse só email até estávamos bem. Por exemplo há uns meses fui contactado por um número de telemóvel que não está nos meus cartões de visita. Está apenas no meu C.V. e, o meu C.V. só envio para sítios onde supostamente posso arranjar emprego.
(Estágio não é emprego - Sabem que idade eu tenho? Vou passar a minha vida em estágios?)
Bem... Esse telefonema era do Banco Barclays, com as suas campanhas do costume a tentar impingir-me um cartão de crédito, com a conversa do costume.
Não é a minha primeira "dança" com estes senhores e despachei-os (não é preciso muito, basta ser honesto sem dar muitos detalhes).
E o número ficou registado para ficar bloqueado. No meu telemóvel publico e no privado.
E noutros à minha volta. E ainda bem que ficou bloqueado porque tenho várias tentativas de contactos deles para os meus números!
Pergunta pertinente: quem lhes "vendeu" o meu número?
Numa vizinhança temporal relativamente próxima da chamada, o único sítio para onde enviei o C.V. com aquele número foi.... o Banco de Portugal!
Aliás, é daqueles sítios que ficam com o nosso C.V. mas nunca nos respondem.
Obrigadinho pela consideração.
Mas terão mesmo "vendido" os meus dados? Não sei. Provavelmente nunca virei a saber.
Seja como for, vou deixar um botão "hire me/contrate-me" nas barras laterais dos meus blogs e no meu site pessoal.

Para ter o meu email online sem problemas tenho tido o cuidado de escrever um script que gera dinamicamente o meu email no browser do cliente. Parece que tem funcionado até agora.
Parece evitar contactos junk.

domingo, 27 de setembro de 2015

Opções de sobrevivência.


Posts como o de ontem onde anuncio material exclusivo para os meus explicandos são uma necessidade, visto que, estando eu desempregado, a minha saída de sobrevivência é dar explicações (isso, faz de mim "empregado" para o estado português e obriga-me a pagar impostos, o que só agrava a minha situação e em certos meses torna mais fácil ir às finanças dar baixa de actividade: o lucro nem sempre paga as despesas, e uma forma de cortar nas despesas é cortar nos impostos cobrados).
Não estou a brincar.
Perguntam-me porque abandonei (e não volto) à Casa do Povo da Camacha: Imaginem-se a receber uma média de 300€ mensais iliquidos, trabalhando bem mais que 30 horas mensais com mais de 30 alunos, mais de metade dos quais não quer estar ali.
As pessoas ignoram sempre que vida de professor/explicador requer trabalho extra.

Se eu quisesse clientela desta, estava a dar aulas numa escola, e certamente não teria tirado a licenciatura pré-Bolonha que tirei,nem frequentado os mestrados que frequentei!
No dia em que a gota de água fez transbordar o copo, saí.
[Mas ainda conseguiram abrir uma torneira por cima dele...]
Não achei piada ao número de pessoas que me reencaminhou o cartaz da casa do povo onde pediam um professor para o ensino secundário, e é exactamente para elas que escrevo este texto.
Portanto, continuo com uma sala de explicações no Funchal.
Agora, o problema da sala no Funchal resume-se a isto: preciso de (mais) alunos, numa altura em que existe um explicador em cada esquina.
Ora todos os meus explicandos, alunos, e mesmo ex-professores poderão confirmar que eu não sou "um explicador" qualquer(e já ando nisto há duas décadas).
E também poderão confirmar que eu não estou para me chatear com quem não quer trabalhar, e mando "passear"!

Eu gosto de deixar material disponível para toda a gente, mas nem sempre isso é possível.

No caso de software para calculadoras, perguntam-me como garanto que os alunos não distribuem...
Bem, eu gostaria de poder confiar em toda a gente e poder garantir que bastava os alunos darem a sua palavra. Suponhamos, que num dos ecrãs iniciais nas máquinas a cores aparece uma foto do aluno para quem o software está autorizado, e que a instalação é um pouco mais complexa que o habitual, complicando a vida a quem quiser copiar...
Por outro lado, o software é sempre escrito por forma a não substituir o trabalho do aluno.


Digam-me lá como é que se sobreviver com 300€/Mês neste país quando o estado ainda decide levar um bom bocado?
E emigrar não é a melhor opção? Eu acabei o secundário com uma média alta, com alguns 20's. Eu fui o melhor aluno do meu curso no ano em que acabei a licenciatura...
Mas a (des)honestidade do nosso sistema de ensino superior (a que se aliou a minha saúde) fez-me largar 2 mestrados e garantir que neste país não volto a pagar do meu bolso(que está vazio) para regressar a uma instituição de ensino superior.
Claro que há sempre a hipótese de alguém me contratar para fazer outra coisa qualquer.

O meu contacto telemóvel está oculto na imagem, mas garanto que está disponível no meu cartão.
Depois de ter tido de bloquear os chatos do Barclays no meu telemóvel achei boa ideia ter algum cuidado com os sítios onde partilho o meu número.

sábado, 26 de setembro de 2015

Tabelas de Verdade para calculadoras CASIO CG10 e CG20 - Nova versão


A versão que a animação apresenta é uma versão de teste, que ainda está a ser optimizada.
Para já esta versão será distribuída exclusivamente aos meus explicandos de Matemática A de 10º ano.
Tem algumas diferenças em relação à versão anterior, que está disponível no meu blog cpmathexplicações.
As diferenças mais notáveis serão provavelmente o logótipo e o suporte para mais operadores lógicos.
Na animação que apresento aqui hoje, podemos ver a implicação e a equivalência.

Esta versão acabou por se revelar um pouco mais trabalhosa a nível de programação, por motivos técnicos...

Confesso que gostaria de implementar isto numa das novas TI84 a cores, ou numa TI nSpire.

PS: http://cpexplicamatematica.blogspot.pt/p/calculadoras-casio.html#casioPrizm

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Publicidade online.


Para explicações, por norma, tenho sempre anúncios online.
No entanto, recentemente percebi que no portal Cybermadeira, o meu anúncio aparece todo desformatado. Publicaram-me aquilo assim? Eu não entreguei o anúncio assim, e já tentei reeditar várias vezes. Vergonhoso, visto que no passado, já o publiquei por lá em boas condições, e há imensa gente que tem por lá anúncios bem formatados.
Bem, com um anúncio assim é difícil "vender" seja lá o que for.

Felizmente tenho anúncios em muitos outros sítios, e os antigos alunos ou voltam ou recomendam-me sempre a alguém.
Mas aquele anúncio está indecente!
Enfim...
Está nos meus planos em breve estender a oferta a nível de explicações por forma a no próximo ano lectivo abranger por exemplo
Mecânica Quântica e Electromagnetismo

domingo, 20 de setembro de 2015

Matemática B e o processo de Burlonha

A criação da Matemática B, e a permissão de acesso ao ensino superior com esta versão amputada da Matemática está a gerar algumas das mais vergonhosas burlas de que há registo.
Existem, neste ano, em todo o país várias instituições que aceitam pessoal com Matemática B para cursos de economia, gestão, engenharias, algumas, reconhecidas pela ordem dos Engenheiros.
Outros,(ainda com Matemática B) tiram licenciaturas em gestão e depois conseguem entrar em mestrados em Matemática e em Ensino de Matemática (e concluem!).
B, de Burla.


Estamos a falar de pessoal que entre outras coisas bem mais sérias, por exemplo nunca viu um número complexo na vida mas, principalmente depois de Bolonha, tem acesso a um "mestrado em Matemática", que por vezes não passa de uma manta de retalhos amostral das áreas científicas do pessoal docente.

A falta de alunos das licenciaturas em Matemática permite este tipo de aberrações.
Estes "Matemáticos da treta" desconhecem por exemplo que existem bijecções entre os conjuntos dos racionais e o dos naturais, e ainda mais provavelmente devem desconhecer a existência de uma bijecção entre o conjunto dos reais e o dos complexos (um dia destes trato destes assuntos no meu blog "Zonα Exact4", fazendo assim algum serviço público para o qual ninguém me paga...).

Sabendo disto, quando olho, por exemplo para o actual plano de curso de Matemática da faculdade de ciências da universidade de Lisboa, apetece-me dar os meus parabéns ao coordenador de curso, o professor José Francisco Rodrigues.
Ali para entrar numa licenciatura em Matemática é necessária uma prova de Matemática A e uma de Físico-Química ou de Biologia, complicando o acesso ao curso ao pessoal que venha de cursos de ciências sócioeconómicas.
O plano de curso, como todos é discutível, mas "é honesto".
Se for seguido à risca os alunos saem dali com uma formação sólida e merecem o título de "Matemático".
No entanto, a faculdade de ciências já tem no seu "currículo" algumas burlas.
Recordo que no passado foi-me apresentado mais do que uma vez um plano de curso onde cada cadeira tinha um programa...e na verdade quando entro na sala de aula nem o programa é igual porque mudaram o professor mas não informaram os alunos que se inscreveram num curso com base no que lhes foi apresentado... Um pouco como os políticos em campanha eleitoral a vender promessas com palmadinhas nas costas dos eleitores e a dar um valente chuto no rabo deles logo após as eleições.
Seja como for, sendo o professor José Francisco Rodrigues o coordenador de curso, não creio que este tipo de situações se repita.

Voltando à burla da Matemática B...
No caso das engenharias, a ordem dos Engenheiros devia mostrar cartão vermelho às "engenharias reconhecidas" que admitem alunos vindos de Matemática B.
Os verdadeiros burlões aqui são as universidades e não os alunos que concorrem. Se lhes abrem as portas, não vão dizer que não.
Aliás, muitos psicólogos "no sistema" sugerem-lhes atalhos destes ao concluir o 3º ciclo.

Qual processo de Bolonha qual carapuça... o nome ideal é processo de Burlonha.

sábado, 19 de setembro de 2015

Scripts

Sempre que faço alterações num dos meus blogs, essas alterações acabam por utlizar scripts JavaScript.
Tento sempre que os scripts corram o mais rapidamente e suavemente possível.
Por norma os scripts são 100% meus, exceptuanto os scripts contadores de visitas e os do blogger/google.
No blog ZonaExacta tenho ainda um script MathJax, que está alojado no site oficial do MathJax.
Tenho evitado usar JQuery, para reduzir ao máximo o número de scripts externos, mas começa a parecer-me que em breve chegará o dia em que vou passar recorrer a JQuery, inicialmente neste blog, e depois nos outros..

O problema destes scripts externos é que estão alojados num servidor à parte, e não conheço a fundo o código de todos eles.
Podem falhar-me, ou pior, fazer algo que nunca foi a minha intenção..

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Cuidado com as traduções

Alguns dos meus livros de Matemática e áreas afins são traduções.
Mas algumas das traduções são mesmo muito más...
Por exemplo. Num desses livros o operador laplaciano é representado por Δ (delta). Mas, em algumas páginas o tradutor utiliza Δ e ∇ (Nabla) para a mesma coisa, quando o ∇ é o símbolo utilizado para o gradiente (que alguns livros também traduzem para gradiante), algo que não acontece no livro original. Nesse original as coisas estão como deve ser.
Neste livro não é utilizada a convenção de representar a divergência como um "produto escalar" entre o "operador ∇" e um campo vectorial, portanto a única confusão devia estar na cabeça do tradutor.
Outros têm erros inofensivos, tendo em conta o público alvo.
 Por exemplo tenho ali um livro onde os tradutores traduziram paralelepípedo para paralelogramo. Ora, qualquer aluno ou, professor daquela área, ou mesmo investigador que recorra àqueles livros percebe que foi um mero lapso.
Mas há livros onde se cometem verdadeiras atrocidades, onde resultados clássicos são traduzidos para verdadeiras "lapaliçadas". Hoje em dia temos a internet, e uma pesquisa consegue esclarecer muitas dúvidas, mas não há como poder cruzar informações e não depender apenas de um livro.
No caso da Matemática, não há muitas coisas melhores do que prestar atenção às demonstrações (que também esperamos estarem bem traduzidas...) para perceber se por exemplo um teorema diz mesmo o que devia dizer.
Para quem já sabe, os erros são óbvios. Mas, para quem não sabe ou está a aprender... utilizar certas traduções pode ser bem frustrante.
Se o original estiver num idioma que o leitor domine, e o livro estiver à mão, opte pelo original.
Atenção que neste texto falo apenas de livros técnicos. Não tenho nada contra outras traduções.
(Ok... a tradução e legendagem que tenho na minha cassete VHS do Star Trek primeiro contacto é mesmo má, nota-se que o tradutor não só não percebeu a história como não conhece o universo Star Trek... não são só livros técnicos).

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O que interessa é mudar...


Os últimos governos de Portugal têm sido vergonhosos em vários aspectos.
Têm andado a impor-nos as suas ideias de progresso, e nunca voltam atrás porque acham que é retrocesso, ou por algum tipo estúpido de orgulho, ou pior por haver interesses económicos em jogo.
Coisas como o processo de Bolonha que reduziu o grau de licenciado ao lugar antes ocupado pelo grau de bacharel, (e em alguns sítios foi implementado de forma bem vergonhosa) ou o acordo ortográfico que foi ilegalmente imposto (recorde-se que, só por acaso, foi imposto pelo governo de um senhor que esteve vários meses em prisão preventiva por suspeitas de várias coisas, entre as quais corrupção...).

Não sou o único que se recusa a fechar os olhos a estas questões. Há muitos portugueses com os olhos abertos e que não têm memória curta.
Sobre o processo de Bolonha, vou partilhar um texto que li recentemente no blog De Rerum Natura.



  • De Rerum Natura: Reflexões sobre o "Processo de Bolonha"
  • Sobre o acordo ortográfico, já partilhei por aqui muito, mas até ser revogado, penso que será sempre pouco.

    Esta classe política que muda por mudar, que se recusa a voltar atrás quando toma más decisões não pode voltar ao poder.

    Ter de escolher entre Pedro Passos Coelho e António Costa para primeiro ministro é muito mau.
    Estes senhores são os representantes das ideologias e governos que "destruiram" Portugal.

    Rádio Renascença: Funeral de Portugal

    Ambos representam o pior de Portugal dos últimos anos. Ter de escolher o "menos pior" não é escolha que se peça. Precisamos mesmo de melhor, e nenhum destes senhores o é!

    A filosofia do "mudar por mudar" (vamos pelo menos tentar fingir que desconhecemos os verdadeiros interesses da classe política) não pode voltar a este país.

    segunda-feira, 14 de setembro de 2015

    "Depois entramos em contacto"


    "Depois entramos em contacto" - é daquelas frases que em Portugal, cada vez mais significam: "Adeus e até nunca". Porque na verdade, os sectores de recrutamento e pessoal não têm consideração pelas pessoas que não foram colocadas nos concursos.
    Hoje em dia a moda é mais grave.
    Pedem currículos, e depois de os enviarmos bem... nunca mais se ouve nada.
    Quando se tratam de concursos públicos, dizem as lendas que os lugares já estavam escolhidos à partida.
    Quando se tratam de concursos privados... bem. É boa ideia começar a fazer uma lista negra e deixá-la pública num sítio online. Pode ser que se as pessoas deixarem de concorrer para essas empresas, as pessoas comecem a ganhar mais algum respeito.

    Nos anos anteriores, responderam-me várias vezes aos meus anúncios online de "Explicações de Matemática" , com "preciso urgentemente de explicações de português."
    Ora, é óbvio que essas pessoas precisam de explicações! Não sabem interpretar um texto!
    Preparei um email que passou a ser enviado automaticamente quando me pediam explicações de outras coisas, até ao dia em que acabei por deixar no próprio anúncio: "explicações de outras coisas: o contacto será ignorado". 
    Santo remédio! Não voltaram a contactar-me para explicações de outras coisas.
    Mas antes disso, eu tinha sempre o cuidado de responder a toda a gente.
    Chama-se a isso consideração.

    Seja como for, pergunto-me se alguma vez alguém ligou para uma farmácia a pedir uma pizza...
    No caso de explicações em que uma pessoa coloca um anúncio, não só é falta de consideração entrar em contacto para pedir explicações de uma área 100% oposta como também revela algum comodismo. Que tal procurar, porque garanto que há pessoal a dar explicações.

    Naturalmente, há que ter em conta que também há propostas que são recusadas por incompatibilidade de horários, preços e local.

    A "lista negra" de empresas que não têm consideração pelas pessoas é uma boa ideia não é?

    domingo, 13 de setembro de 2015

    Seja bem vindo à zona exacta...


    Zona exacta é o meu primeiro blog alojado no serviço blogger que utiliza MathJax.
    Substituirá o meu antigo projecto "caderno de Matemática".
    Um dos objectivos deste blog é manter-me activo em Matemática, visto que, com explicações acabo por cair em rotinas(...enfim...receitas...) que não me interessam muito.
    As minhas experiências anteriores com MathJax não foram muito famosas. Mathjax tem algumas limitações que em alguns casos me fazem preferir postar textos matemáticos como os que publico aqui neste blog, recorrendo a algumas criações minhas.
    O aspecto do blog evoluirá com o tempo, e talvez acabe por desenvolver ferramentas que me facilitem a vida. De momento ainda é mais rápido postar uma carlospaulice aqui do que Matemática na Zona Exacta.

    sexta-feira, 11 de setembro de 2015

    Fazendo contas à vida.

    Estou revoltado com o que pago em impostos. E sou dos que paga menos... Se, sendo eu dos que pagam menos pago um pequeno balurdio, isto ilustra que algo está mal. Será que o estado assume que andamos todos a fugir? Se sim, esta atitude torna legítima a fuga aos impostos.
    Se a fuga é ilegítima, reduzam a carga fiscal porque não me deixa viver!
    Isto de exigir número fiscal em todas as facturas só serve para sermos controlados. Ora, se somos assim tão controlados, os palermas que tentem viver como eu. Têm por lá todos os dados.
    Ou também vão dizer-me que os dados só servem para cobrar impostos e para inglês ver?

    quinta-feira, 10 de setembro de 2015

    Repensando a minha vida de blogger

    Estou seriamente a pensar em criar um novo blog.
    O novo blog substituirá o "Caderno de Matemática" previamente alojado em http://zonaexacta.blogspot.com e... esperem para ver. Quando houver novidades, aviso. Naturalmente, não misturemos as coisas, este blog continuará a ser uma fonte de carlospaulices...

    terça-feira, 8 de setembro de 2015

    O medo, o fanatismo, e... somos alemães?


    Há a religião e há o fanatismo. Classificar toda a gente que tem religião de fanático é absurdo, mas certos comportamentos são inadmissíveis. Com a recente crise dos refugiados, estamos bem tramados, porque temos de começar a estar preparados não só para eventuais infiltrados do estado islâmico, mas também para o fanatismo religioso de muitas das pessoas em fuga.
    Atenção que fanáticos já temos por cá, mas de outro tipo. E esses eu já não suporto.


    Por exemplo, eu estou neste momento vivo, porque já fiz várias transfusões.
    Tenho uma tia que um dia me viu com um tubo na veia, numa dessas transfusões (não foi a primeira, nem a última...) e que depois acabou por se juntar às testemunhas de Jeová (sim, esses fanáticos que preferem ver as pessoas mortas a ter de fazer transfusões, eu agradeço a consideração...).
    Bem, quando vinha com as suas ideias absolutistas sobre a Bíblia ou sobre a igreja católica já me apetecia mandá-la passear, mas o dia em que ela mais me irritou, foi o dia em que decidiu dar-me um sermão sobre "consideração".
    Fanáticos têm a tendência a não ver muito além do seu umbigo.
    Temos por cá fanáticos (do ponto de vista religioso) de várias vertentes cristãs!
    Trazer uma comunidade de fanáticos muçulmanos que desrespeitem a fé dos outros, acabem por obrigar as mulheres a usar burka, e desrespeitem o sítio onde vivemos é o medo natural, compreensível e com razão de muita gente. Não é preferível resolver os problemas na terra deles para que não tenham de vir justamente para cá?
    A chanceler alemã Angela Merkel decidiu "impor" a solidariedade por toda a europa, com ameaças!
    A Alemanha trata o resto da União Europeia como se fosse o seu quintal, com a conivência de todos os chefes de estado europeus.
    Que eu saiba, sou português, vivo em Portugal e não votei em nenhum alemão para vir impor seja lá o que for a Portugal.
    Esta "União europeia" faz parte do fanatismo religioso da nossa classe política.
    Foram assinados acordos que seja lá quem chegar ao poder em Portugal terá de respeitar ou aceitar ser linchado pelo resto da Europa.
    Estes acordos fazem com que em Portugal "todos os políticos sejam iguais".
    Precisamos de quem defenda os nossos interesses e não de quem acene afirmativamente a todas as imposições da Europa.
    Deve ser Portugal a decidir quantos refugiados pode e deve aceitar nem que seja por motivos de segurança nacional!
    Como já disse, venham os refugiados que vierem por bem, e que saibam respeitar o país onde chegam.
    Porque fanáticos, já temos muitos.

    Erro de comunicações

    Isto é algo que ultimamente só me acontece no skype para Windows. No Skype para Linux ou Android não.
    Mas o Skype agora não é Microsoft?

    segunda-feira, 7 de setembro de 2015

    Drama humano: os refugiados...

    Antes de pensar sobre os refugiados, é bom recordar algumas imagens recentes dos países de onde vêm.
    (fonte: https://www.facebook.com/jaroslav.jindra.961/media_set?set=a.449729828553179.1073741933.100005484966497&type=3)
    Sim, têm outra cultura. Mas não podem mesmo ficar onde estavam.
    Não concordo com a forma como a UE está a lidar com a situação.
    Não gosto das quotas obrigatórias.
    Não gosto das consequências que o desespero destas pessoas trarão, estando nós neste país muito mal governado, com um desemprego elevado.
    Não gosto da possibilidade de haverem infiltrados do estado islâmico.
    Não tenho nada contra estas pessoas.
    Tenho contra quem os obrigou a sair do país.
    Contra quem não está a gerir a situação.
    Contra os que precisam de ajuda mas são intolerantes.
    Contra os intolerantes que vivem nos países de acolhimento.
    Contra as infelizes consequências do choque de culturas.
    Quem vem para cá terá de se habituar à cultura de quem cá está pois não está em condições de impor nada a ninguém.
    A contra-informação que circula na Internet é atroz e muito tendenciosa.
    Quem tem razão?
    Só o tempo dirá...
    Esperemos pelo melhor.
    Isto de haver quotas OBRIGATÓRIAS de refugiados para cada país da união parece-me indecente e frio...
    estamos a falar de pessoas e não de gado.
    Tudo bem que queiram racionalizar recursos, mas assim não.
    Não dêm números exactos, dêm estimativas intervalares.
    Não dêm quotas obrigatórias.
    Não façam as pessoas sentirem-se impingidas...
    E atenção, sendo isto acolhimento, os refugiados que não façam ninguém arrepender-se.

    Uma pergunta que ninguém faz

    Penso que muita gente ainda não tem consciência do que aí vem...

    Hum... É verdade. Porquê atravessar o Mediterrâneo e não optar por um país vizinho?
    Contrariamente ao que sugere a imagem, não há respostas únicas e absolutas.
    No facebook e nos jornais já li sobre muçulmanos que, nos barcos que transportam refugiados, deitaram famílias cristãs à água.
    Não sei se é verdade, mas sei que é verdade que são pouco tolerantes.
    Também recordo algumas notícias recentes sobre violações em que o tribunal condenou a violada...

    O grande problema destas notícias é saber o que é verdade e o que não é. Vamos acreditar que são apenas boatos?
    Por exemplo, a notícia de o estado islâmico conseguir infiltrar cerca de 4000 terroristas na Europa, fazendo-se passar por refugiados.
    Se for treta, não temos nada a temer. Se for verdade, teremos 4000 terroristas numa Europa de vários milhões, e espero que esses milhões esmaguem esses 4000, mas servirá de lição a estes idiotas que acharam boa ideia distribuir os refugiados por toda a Europa.
    Aliás, esta história de quotas obrigatórias de refugiados para toda a União Europeia é no mínimo dos mínimos ridícula!

    domingo, 6 de setembro de 2015

    "Férias"...

    De momento tenho alguns dias livres, embora deva começar nesta semana com explicações de 12º.


    Dias para acabar de redesenhar o meu site pessoal, este blog e o meu blog de explicações.
    Ainda quero escrever um programa "tabela de verdade" para calculadoras Texas Instruments.
    (Alguém interessado em oferecer-me uma TI-84 Plus CE ou uma TI-Nspire CX CAS ? )
    Fazer versões actualizadas dos cadernos/pdf's de exames, pelo menos de Matemática B e Matemática de 9º ano.
    O de Matemática A 12º já está pronto.
    O de Matemática B 11º, está em andamento. Tenho de fazer umas correcções face à versão anterior, para além de adicionar os exames de 2015, mas penso que deve ser o próximo a ficar pronto.
    O de Matemática 9º, deste ano, ainda nem comecei...

    A parte final passa por actualizar o script LaTeX utilizado nos anos anteriores e por a correr numa consola Linux,recorrendo ao TeX Live, ou em Windows recorrendo ao MikTeX.

    Na verdade tenho usado imensas ferramentas. Algumas estão listadas na segunda página dos pdf que disponibilizo.

    Fora estes trabalhos mais informáticos, tenho de preparar mais material para o novo programa de Matemática A 10º ano, pois já me chegaram pedidos de explicação, e o que tenho é de longe insuficiente.

    Na verdade, o que eu gostaria de fazer era ir para ali estudar alguns assuntos que estão em modo de pausa há algum tempo.
    Começo a receber notícias dos meus explicandos a informar-me que entraram no ensino superior.

    Tendo em conta a minha experiência pessoal, muitas vezes não sei se deva dar-lhes os parabéns ou os meus pêsames.

    Olhando à volta, absolutamente ninguém tem a minha história. Todos têm histórias diferentes, com características bem distintas. Algumas histórias bem stressantes, mas a maioria teve uma passagem "limpa", sem incidentes, o que leva quem mal me conhece e por algum motivo cruza-se com episódios da minha história pessoal, a duvidar de mim.

    Tenho coisas mais interessantes para fazer.

    Mas não me pagam contas... pelo menos ainda.


    sábado, 5 de setembro de 2015

    Refugiados na Europa...

    Isto cheira a esturro. Já li imenso disparate, e também já vi muita gente disposta a ajudar.
    Só que, a Europa neste momento já tem problemas que cheguem.
    Por mim, mandava os refugiados só para a Alemanha e a França.
    Países como Portugal, que têm, neste momento imensas chatices, não me parecem ser capazes de dar esses refugiados o apoio que merecem.
    Atenção, não sou contra a migração. Portugal é um país de emigrantes, e embora o negue, o actual primeiro ministro "mandou-nos" emigrar. Os portugueses espalhados pelo resto do mundo têm sido bem acolhidos, e Portugal deve fazer o mesmo, acolher bem.
    Mas vejamos: Um país onde o primeiro ministro (embora o negue) mandou emigrar, é capaz de dar uma vida decente a pessoas que chegam cá tendo absolutamente nada?
    Eu próprio estou desempregado desde 2004, tenho a conta bancária a zeros (tendo em conta o que se tem passado nos bancos em Portugal, ter a conta a zeros é boa política, e tem imensa piada quando recebemos uma conta de IRS para pagar onde só nos falam das hipóteses de pagar com multibanco ou cheque embora aceitem outras formas de pagamento).
    Tenho dado explicações em part-time!

    Tentei tirar mestrados, para ter (pelo menos no papel) mais habilitações (na verdade... tenho mais habilitações que muitas pessoas com um mestrado à bolonhesa, só não tenho um papel a confirmá-lo). Mestrados, com o resultado que se viu, só serviram para esvaziar a minha conta bancária e arranjar algumas dívidas.
    E como posso provar, não foi por incompetência da minha parte. Há ali histórias bem estranhas que deviam ter consequências, mas não tiveram.
    Portugal é um país onde se pode fazer muita m**** e sair impune.

    Portanto, país de "oportunidade"... só se for mesmo para gastar, principalmente em impostos.
    Portugal é um país desigual.

    Até eu estou seriamente a pensar em sair daqui, e a pensar no que faria noutro lado dadas as minhas habilitações!

    Se conseguirem criar colónias habitáveis em Marte no meu tempo de vida, sou capaz de aceitar ir viver para lá.
    Mas vejam lá, habitáveis e com alguma qualidade de vida... tipo, sabemos perfeitamente que vou precisar de uma gravidade que o meu organismo aguente para poder viver lá, para nem falar de oxigénio, comida, condições para agricultura (agricultor em Marte deve ficar bem num C.V.)

    Voltando aos refugiados, mais uma vez, os palhaços que nos governam pensam mais nas aparências do que nas consequências. Aceitar refugiados "para ficar bem na fotografia" pode sair mal quando os refugiados começarem a sofrer dos mesmos problemas que o resto dos portugueses, ou pior ainda, a viver melhor que nós...

    Seja como for, desejo felicidades aos refugiados e boa sorte nesta nova fase da vida. Só espero que se adaptem à vida e cultura europeia de forma pacífica.

    sexta-feira, 4 de setembro de 2015

    Olá Jessie.

    Acabei por actualizar o meu Debian Wheezy para Debian Jessie.
    Ainda preciso de afinar algumas configurações, mas no geral estou satisfeito.
    Para não variar, o meu ambiente X, quando o uso, continua a ser o XFCE
    Um ambiente gráfico deve ser leve e funcional, e isso é algo que o XFCE consegue. No entanto, em vez de tentar herdar as configurações do xfce anteriores ao upgrade, revelou-se mais conveniente e menos problemático, criar configurações novas, visto que por algum motivo, a nova versão fez um mau trabalho ao tentar herdar configurações.
    Foi a segunda vez que fiz um upgrade a uma distribuição sem grandes problemas.
    No passado, algumas tentativas de upgrade obrigaram-me a instalar um sistema de raiz e a restaurar dados a partir de backups,mas desta vez, as coisas correram mais ou menos bem.

    PS: aquele bug sobre hibernação que referi há dias foi-se. Agora funciona tudo bem. Para quem ainda usa Debian Wheezy, há uma nova actualização, para Debian 7.9, disponibilizada hoje, dia 5 de Setembro.
    Este blog recusa-se a utilizar o Acordo Ortográfico de 1990